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O MIEC teve origem numa proposta formulada pelo escultor Alberto Carneiro ao município de Santo Tirso, em 1990, para a realização de um conjunto de simpósios de escultura ao qual estivessem subjacentes temáticas ligadas à arte contemporânea, em particular, à escultura pública. Após a realização de quatro simpósios de escultura, a 20 de novembro de 1996, é aprovada em reunião de Câmara a constituição do MIEC que, organicamente tem por função a realização dos simpósios de escultura, assegurar a manutenção e conservação do acervo, promover a sua divulgação e implementar um conjunto de atividades relacionadas com a sua missão.


O Museu foi formalmente inaugurado em 1997 pelo então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, sendo presidente da Câmara Municipal o Dr. Joaquim Couto. O organigrama funcional do MIEC foi reformulado a 25 de março de 1999, do qual resultou a redefinição da sua estrutura orgânica que, para além do pessoal técnico, passou formalmente a contar com a assessoria de dois comissários artísticos, o escultor Alberto Carneiro e o crítico de arte, Gérard Xuriguera.


Desde 1990 a cidade de Santo Tirso acolhe o Simpósio Internacional de Escultura reunindo artistas de diferentes origens culturais e diversas sensibilidades artísticas da contemporaneidade.

O MIEC, enquanto instituição museológica, pretende ser um espaço de diálogo e confronto de várias correntes artísticas contemporâneas e, fundamentalmente, de divulgação e debate da escultura pública. Desenvolve-se como um espaço privilegiado de reflexão e como polo aglutinador de projetos inovadores, aproveitando a singularidade da sua natureza e da relação privilegiada que as peças que compõem o seu acervo estabelecem com o espaço que ocupam, assumindo-se como um lugar plural de forte interação entre os cidadãos e a arte.


O Museu é definido pelo perímetro urbano da cidade de Santo Tirso, permitindo uma visita autónoma e livre que fortalece a relação das peças e a sua envolvente. Nesse “palco”, que incorpora a cidade na proposta artística formulada, estão dispostas em diferentes áreas públicas as obras resultantes das dez edições dos simpósios de escultura realizados entre 1991 e 2015.


Presentemente com 54 esculturas, o MIEC organiza-se em seis núcleos principais:


1. Parque D. Maria II e jardins adjacentes;
2. Praça do Município;
3. Parque dos Carvalhais;
4. Praça Camilo Castelo Branco;
5. Parque Urbano de Rabada;
6. Parque Urbano de Gião.

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